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Foram 11 meses de reuniões, cobranças e paciência da categoria. E o que a gestão apresentou até agora? Nenhum número. Nenhum prazo. Nenhum compromisso formal.
O SINDERN foi claro na mesa: trabalhador da saúde não vive de promessa.
Não aceitaremos discursos sobre "estudos", "revisões" ou "possibilidades futuras" enquanto a recomposição salarial segue sem proposta concreta. Quem trabalha precisa de valorização real, não de expectativa.
O SINDERN exigiu:
• Implantação imediata das datas-bases 2025 e 2026;
• Pagamento sem rebaixamento e com efeito financeiro já;
• Nova lei de gratificações com garantia legal;
• Cumprimento da lei do auxiliar;
• Manutenção da Mesa SUS;
• Proposta oficial com valores e calendário definido.
A justificativa de que é preciso "organizar a folha" ou "reduzir terceirizações" não pode servir de desculpa eterna para adiar direitos.
A saúde funciona porque os trabalhadores sustentam o sistema todos os dias. Não é aceitável que a categoria continue esperando enquanto a gestão empurra decisões.
Em assembleia, nesta terça-feira (24), a base deliberou manter a mobilização ativa. Se não houver proposta concreta, a resposta virá nas ruas, nas unidades e na organização coletiva.
O SINDERN seguirá firme, combativo e responsável.
Negociamos com seriedade. Mas não aceitaremos desrespeito. Valorização não é concessão.
É obrigação. SINDERN é luta. SINDERN é resistência. SINDERN é defesa da categoria.